Às vezes estou assim
embriagado de madrugada
pleno de poemas arteiros
que fogem pra não sair.

Às vezes eu fico assim
madrugador da embriaguez
arteiro de poemas plenos
que saem pra não fugir.

Às vezes não estou assim
às vezes não fico assim
às vezes estou dormindo
e o poema ri de mim.
(Santos/SP-Domingo/04:22hs)

publicado por Antonio Medeiro às 10:35